JUSTIÇA, INOVAÇÃO E CIDADANIA

abril 5, 2018 Cesar Luiz Pasold Informações 0 comentários

foto jornalista fabrício severinoO Jornalista e Bacharel em Direito Fabrício SEVERINO , produziu texto informativo e analítico sobre a primeira edição do Global Legal Hackathon “que reuniu 150 profissionais de Direito, tecnologia, design e negócios, todos imbuídos dos propósitos de desenvolver em 54 horas, aplicações para tornar a Justiça mais ágil , acessível e efetiva.”

O artigo foi publicado originalmente no Diário Catarinense de 30 de março/2018, p. 4.

Merece transcrição integral em nosso Blog, e com a devida autorização prévia do Autor, segue: 

  “Há muito a política deixou de ser o principal e mais estimulante caminho para aqueles que tinham como projeto de vida a construção de um novo mundo, mais justo, ético e igualitário. Desde o início da redemocratização do país, outras carreiras floresceram e tantas outras se fortaleceram, dentre elas, a da magistratura, advocacia, Defensoria Pública, Ministério Público, polícias civil, militar e federal, para ficarmos apenas naquelas ligadas à área do Direito, que mais recentemente prestaram e continuam a prestar relevantes serviços à Sociedade brasileira, especialmente no combate à corrupção, com consequente proteção e moralização da coisa pública.

Felizmente, o desejo de mudança tem se espraiado, engajando profissionais de diferentes áreas dispostos a criar soluções que façam diferença na vida dos cidadãos e instituições. Foi o que se viu, por exemplo, recentemente, na sede da empresa Softplan, em Florianópolis, durante a primeira edição do Global Legal Hackathon, maratona que reuniu 150 profissionais do Direito, tecnologia, design e negócios, todos imbuídos do propósito de desenvolver, em 54 horas, aplicações para tornar a Justiça mais ágil, acessível e efetiva. Em todo o mundo, simultaneamente, mais de 10 mil participantes, em 25 países diferentes, também dedicaram seu tempo a desenvolver alternativas para os desafios da Justiça.

Dentre as ideias apresentadas na etapa catarinense, venceu uma solução para apenados se apresentarem à Justiça por um aplicativo de celular. Em segundo lugar, uma plataforma que utiliza a inteligência artificial para guiar o cidadão no encaminhamento de processos em Juizados Especiais. E na terceira colocação ficou a solução “Quando ele volta?”, plataforma que permite que as famílias e os condenados na Justiça possam, por meio de robôs e tecnologia de big data, determinar quando o preso poderá sair da prisão ou progredir de regime.

É alentador, sobretudo em tempos de pessimismo reinante como os atuais, saber que, cada vez mais, pessoas têm colocado a criatividade e o conhecimento a serviço do desenvolvimento de ferramentas que promovam a cidadania.”

 

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Última atualização em 08 de Dezembro de 2018.
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