“ENSINANDO UM ROBÔ A JULGAR “

outubro 25, 2020 Cesar Luiz Pasold Informações 0 comentários

FOTO CAPA LIVRO ROBOO Advogado e Analista de Dados Daniel Henrique Arruda BOING e o Magistrado e Professor Dr. Alexandre Morais da ROSA-da UFSC e da UNIVALI, em co-autoria, compuseram o estimulante Livro sob título ” ENSINANDO UM ROBÔ  A  JULGAR – Pragmática , Discricionariedade, Heurísticas e Vieses no uso de aprendizado de máquina no Judiciário.”

A Apresentação inicia com a informação : “O livro é o resultado do esforço coletivo de Daniel e Alexandre que trabalharam juntos como Orientando-Orientador na elaboração do trabalho de conclusão de curso ( UFSC-2019) sob o título: “ENSINANDO UM ROBÔ  A  JULGAR – Pragmática , Discricionariedade, Heurísticas e Vieses no uso de aprendizado de máquina no Judiciário.”

Após a defesa do  trabalho, em banca composta pelas Professoras Luana Renostro Heinen e Marília Raposo Vieira, os diálogos se aprimoraram com o fim de apresentar material cada mais consistente. “(p.9).

Destaque para a informação constante à p. 58, assim: ” Para a chamada ´filosofia da linguagem ordinária´, cujo principal expoente foi Wittgenstein, em sua segunda fase, a filosofia deve esclarecer o uso da linguagem comum, adotando , para tanto, o âmbito pragmático da linguagem como  nível de análise por excelencia.”

Já, na página 65, encontramos esta lição: ” Para que um sistema jurídico exista, é necessário que as regras primárias sejam obedecidas com certa regularidade, ao passo que as regras secundárias, devem ser aceitas, ao menos por aqueles que aplicam o direito, como ‘padrões públicos e comuns de comportamento oficial’. Não se trata, todavia de uma definição rígida de direito pois o objetivo da obra de Hart é justamente uma concepção ( aberta) que assuma o direito como uma prática social que, como tal, é muitas vezes dotada de vagueza e imprecisão. “

Da CONCLUSÃO, destaca-se: ” No âmbito do Direito, o aprendizado de máquina é utilizado principalmente para ensinar computadores a ‘let’ textos escritos por humanos, o que configura o processamento de linguagem natural, um dos subcampos da inteligência artificial. Máquinas, contudo, não interpretam textos da mesma forma que humanos. Sua forma de assimilar a linguagem natural consiste em criar representações matemáticas de palavras, através das quais é possível identificar relações temáticas e sintáticas entre termos e similaridades entre documentos.”

A obra merece leitura pausada e atenta, pois provoca aprendizado significativo e estratégico para uma atuação mais eficiente e eficaz  na área jurídica,  na contemporaneidade!

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