“A Carta Maior não é somente um texto jurídico, é expressão  de uma situação cultural dinâmica, espelho da sociedade e fundamento de suas esperanças. Nascem aí as Constituições vivas [expressão de Peter HÄBERLE], que representam a obra de todos os intérpretes em uma sociedade aberta, retratando não só o texto, mas também o contexto no qual estão inseridas”.

MORAIS, José Luiz Bolzan de, e NASCIMENTO, Valéria Ribas de Morais. Constitucionalismo e Cidadania– Por uma jurisdição constitucional democrática. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2010.p.26.)