FOTO PAULO SILASSob o título “ O Direito pela Literatura- Algumas Abordagens-“, o Advogado paranaense Paulo SILAS FILHO escreveu, e a Editora Empório do Direito publicou, um Livro cuja característica denotativa e especial qualidade  fundamental é – já – exibida em seu título.

São 20 Capítulos e dois Apêndices dedicados à conexão Literatura <-> Direito, estimuladores enérgicos não apenas da validade desta parceria artístico-jurídica, mas e principalmente, de sua necessidade para a melhor construção de ambos: o Direito e a Literatura!

Quase ao final da sua Apresentação à obra, André Luis PONTAROLLI diz: “Cada novo texto do Paulo dá gosto de ler. São textos profundos. A mistura do Direito e da literatura viabiliza uma leitura agradável do início ao fim. Aqui nesta primeira obra, de muitas que virão – já disse ao Paulo que o ritmo em que escreve  orgulharia Pontes de Miranda-, é possível encontrar a reunião dos textos que unem duas grandes paixões: Direito e Literatura.”

Cláudio MELIM, por sua feita, encerra o Prefácio deste Livro, afirmando: “Numa Sociedade onde a arbitrariedade agride diuturnamente o Direito, como ocorre no Brasil, a lúcida e enriquecedora contribuição de Paulo em busca da humanidade do ser jurídico é muito bem vinda”.

E , Alexandre Morais da ROSA, na contracapa final , inicia sua recomendação à obra : “ A proposta de produzir um texto que dialogue com as questões atuais a partir das bordas e fronteiras do Direito é o desafio de Paulo Silas Filho. Para tanto, desde o início, destaca a importância de ‘tempo, comprometimento e compreensão'”.

E, mais adiante ao encerrar: “O mérito do  livro de Paulo é o de nos convidar a ampliar os horizontes e ver o mundo (jurídico) para além das amarras. O convite está feito. A decisão é sua. Vamos?”.

De minha parte, também recomendo enfaticamente a leitura da obra , especialmente para os Docentes e Discentes  dos Cursos de Direito que pretendam ter uma formação além do formalismo e do jurisdicismo hermético, desenvolvendo efetivamente a sua percepção responsavelmente crítica sobre fato, valor e norma.

E, enfim,  revelo a minha seleção de quatro preferencias pessoais como Leitor dos 22 textos , nesta ordem: Capítulo 13 (“ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA HOMO HOMINI LUPUS ) ; Capítulo 20 ( “OS MOTES DO PARTIDO ‘1984’ PRESENTES NAS DECISÕES JUDICIAIS”) ; Capítulo 14 (“ TRIBUNAL DO JURI : SOMOS JULGADOS POR NOSSOS PARES? REFLEXÕES A PARTIR DE “O VERMELHO E O NEGRO”, DE STENDHAL); e,  APÊNDICE I  (“ EU SOU AQUELE SISTEMA”).

> Por todos os méritos, a Obra está na nossa seção  RECOMENDANDO PUBLICAÇÕES.

                                Cesar Luiz PASOLD