“Hoje, as maiores riquezas são bens imateriais e não mais bens materiais, de modo que é preciso que os conceitos jurídicos progridam na mesma direção. A gestão da Administração Pública também procura dinamizar-se para dar conta das demandas sociais, e a informatização adquire papel de destaque por imprimir maior agilidade ao serviço, ao viabilizar a gestão do fluxo de processos, com a ampla coleta de dados, e possibilitar a realização de planejamento, com a avaliação dos resultados. Para isso, são necessários programas de computador cada vez mais sofisticados e customizados que atendam às finalidades públicas. O desenvolvimento de tais programas alcança ocorrer dentro da própria administração ou envolve terceiros, através de contratos celebrados com a administração pública. Esses contratos podem abranger a aplicação de novas ferramentas e a participação de novos atores, como governo, universidades, empreendedores e pesquisadores. É preciso viabilizar o aproveitamento econômico desses bens dominicais imateriais mas, como isso pode ser feito?”

>Acima temos uma estimulação efetiva à reflexão teórica e prática sobre a relação entre a Informatização e a Administração Pública, do Prof. Dr. Cláudio Eduardo Regis de Figueiredo e Silva na sua obra: SILVA, Cláudio Eduardo Regis de Figueiredo e. Software e Propriedade Intelectual na Gestão Pública. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2015. Veja na seção RECOMENDANDO PUBLICAÇÕES.

> O Prof. Dr. Cláudio Eduardo Regis de Figueiredo e Silva é Magistrado do TJSC, Diretor da ESMESC (Escola Superior da Magistratura de Santa Catarina) e Acadêmico da ACALEJ (Academia Catarinense de Letras Jurídicas). Na ACALEJ ele ocupa a Cadeira nº 19, cujo Patrono é o falecido Desembargador Marcílio João da Silva Medeiros.